segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

"Fujo para tentar escapar,
mas continua aqui dentro.
Mesmo que possa machucar
não tem solução.
Está na minha cabeça,
e pior:
cravado no coração."
— Amanda Magalhães, cigana oblíqua

Nenhum comentário:

Postar um comentário