quarta-feira, 28 de dezembro de 2011



" Tão estranho carregar uma vida inteira no corpo, e ninguém suspeitar dos traumas, da quedas, dos medos, dos choros."
— (Caio Fernando Abreu)

"(…) Tenho só 20 anos e quero viver numa grande cidade, com muita gente ao meu redor, O isolamento, esse só depois que eu tiver vivido. Não sei o que faço, onde fico: tenho muito medo, mas confio em Deus. E apesar do meu medo há em mim uma paz enorme que eu chamo de felicidade."
— (Caio Fernando de Abreu: A Zaél e Nair Abreu)

"Isso me comove: fico pensando na minha infância, tão perdida no tempo e no espaço, e não compreendo bem como subi(…) A vida tem caminhos estranhos, tortuosos, às vezes difíceis: um simples gesto, involuntário, pode desencadear todo um processo. Sim, existir é incompreensível e fascinante. As vezes que tentei morrer foi por não poder suportar a maravilha de estar vivo e de ter escolhido ser eu mesmo e fazer aquilo que gosto — mesmo que muitos não compreendam ou não aceitem."
— (Caio Fernando de Abreu: A Zaél e Nair Abreu)

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